Durante décadas, a lógica de consumo global se baseou em um modelo linear: extrair, produzir, usar e descartar. Esse formato impulsionou o crescimento econômico, mas também gerou um rastro de consequências ambientais: montanhas de resíduos, oceanos poluídos e um planeta sobrecarregado.
Hoje, uma nova mentalidade começa a se consolidar, a da economia circular, que propõe um ciclo contínuo de uso, reuso e regeneração. Nela, os resíduos deixam de ser o fim e passam a ser o início de um novo processo.
De acordo com a Ellen MacArthur Foundation (2025), a transição para um modelo circular pode reduzir até 45% das emissões globais de carbono até 2030 e gerar mais de US$ 4,5 trilhões em valor econômico até 2040. No Brasil, essa revolução já começa a acontecer, e empresas comprometidas com o meio ambiente, como a NTX Embalagens, estão entre as protagonistas.
A economia circular é um sistema que busca manter produtos, componentes e materiais em uso pelo maior tempo possível. Ao contrário do modelo linear, que esgota recursos, a economia circular imita os ciclos da natureza, onde nada se perde e tudo se transforma.
Nesse modelo, o conceito de “lixo” desaparece. Cada produto é pensado para ter uma segunda vida, seja por meio da reciclagem, do reuso, da compostagem ou da regeneração natural. É uma abordagem que integra design inteligente, inovação em materiais e conscientização coletiva.
Segundo a UNEP (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, 2025), apenas 9% de todos os materiais produzidos globalmente são reciclados de maneira efetiva. Isso significa que 91% dos recursos extraídos da Terra ainda acabam descartados sem reaproveitamento. A economia circular surge, portanto, como uma resposta necessária e urgente, não apenas para conter danos, mas para redefinir a relação entre produção e meio ambiente.
As embalagens representam quase 40% de todo o plástico produzido no mundo, segundo o relatório Global Plastics Outlook da OCDE (2024). Elas estão em praticamente tudo: alimentos, produtos de higiene, vestuário, eletrônicos, entregas. E, por isso mesmo, têm papel central na transição para um modelo mais sustentável.
No passado, embalagens eram vistas como vilãs ambientais.Mas, com o avanço da tecnologia e a conscientização dos consumidores, elas estão se tornando parte da solução. Quando bem projetadas, podem reduzir o desperdício, prolongar a vida útil dos produtos e até regenerar o meio ambiente.
A NTX Embalagens é um exemplo real de como esse novo olhar já se traduz em prática. Desde 1995, a empresa adota um modelo de produção baseado em reaproveitamento, responsabilidade e propósito. Grande parte do portfólio da NTX é composta por embalagens recicláveis ou compostáveis, que retornam à natureza de forma segura e contribuem para um ciclo produtivo mais limpo.
De acordo com a Ellen MacArthur Foundation, a economia circular se apoia em três pilares principais:
A NTX Embalagens tem como missão entregar soluções que unem eficiência, sustentabilidade e valor real. A empresa adota, na prática, os princípios da economia circular em diferentes frentes:
Grande parte das embalagens NTX é feita com plástico reciclado pós-consumo e com bioplásticos compostáveis provenientes de fontes vegetais renováveis, como o amido de milho e a cana-de-açúcar. Esses materiais exigem menos energia na produção e têm pegada de carbono reduzida em até 60%, segundo a ABIPLAST (Relatório Setorial 2025).
Os produtos são desenvolvidos para facilitar o reuso e o descarte responsável. As linhas compostáveis, por exemplo, podem ser destinadas diretamente à compostagem, enquanto as embalagens recicladas mantêm alta durabilidade e podem voltar ao ciclo produtivo diversas vezes.
A NTX trabalha em rede com cooperativas, recicladores e fornecedores locais, fortalecendo o ciclo regional de reaproveitamento e fomentando o desenvolvimento econômico da comunidade.
Mais do que produzir, a NTX acredita em ensinar e inspirar. A empresa investe em conteúdo educativo nas redes sociais, no blog e em campanhas locais, mostrando como pequenas atitudes, como separar corretamente o lixo, têm grandes efeitos.
Estudos do World Economic Forum (2025) estimam que a economia circular pode reduzir em cerca de 39% o uso global de matérias-primas virgens e diminuir o descarte de resíduos sólidos em até 60% até 2030.
Além disso, empresas que adotam práticas circulares registram aumento médio de 20% no valor da marca e crescimento sustentável acima da média do setor.
A NTX vem experimentando esses resultados de forma tangível. O compromisso com a circularidade gerou maior reconhecimento regional, fidelização de clientes e parcerias com negócios que também priorizam a responsabilidade ambiental.
E, mais do que números, a economia circular representa um legado: a construção de um futuro onde produção e preservação caminham lado a lado.
A transição para modelos sustentáveis é uma tendência irreversível. Leis estaduais e municipais já restringem o uso de plásticos descartáveis em vários setores e o Acordo Global do Plástico (ONU, 2026) reforçará a obrigatoriedade de soluções alternativas, como embalagens compostáveis e recicladas.
De acordo com a Euromonitor (2025), 68% dos consumidores afirmam que optam por marcas que demonstram compromisso ambiental real. Empresas que comunicam esse valor nas embalagens constroem uma conexão emocional e duradoura com seus públicos.
Materiais reciclados e sistemas de reaproveitamento reduzem a dependência de recursos virgens e diminuem custos de descarte e logística reversa, criando um ciclo operacional mais eficiente.
Marcas que adotam práticas sustentáveis têm maior facilidade de fechar contratos com grandes redes, que exigem comprovação de práticas ESG e relatórios de impacto positivo.